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Livro "Detrás da Sombra" Em Ebook

domingo, 14 de dezembro de 2008

.Memórias

Escrevi as minhas memórias
Em pétalas de rosas mortas;
Histórias de um passado
Que não reconheço ser meu.

Desenhei-as, imperfeitas,
Num quadro sem imagem;
Maleitas da consciência,
Que recusa ver o que perdeu.

Sonhei com elas sem saber,
Acordei vibrante pelo temor.
Percebi que as minhas memórias
São mero espectro incolor.

(Poema contido na obra Detrás da Sombra)

6 comentários:

Carla disse...

escrever as memórias em pétalas de rosas mortas é acreditar no futuro...que assim eja
beijos

Vieira Calado disse...

AS nossas memórias são, verdadeiramente o que há de mais nosso.

Com o tempo tornam-se espectros...

Cumprimentos

Carla disse...

Naquele lago real, onde a noite era feita de um brilho especial que só a luz das estrelas guias conseguia suster todos os seus habitantes viviam em perfeita harmonia.
Peixes dourados davam beijos repenicados aos peixes vermelhos. Os cisnes dançavam dia e noite para que todos pudessem admirar a sua arte, os passarinhos que procuravam comida na água calma debitavam notas de melodiosas canções.
O senhor ganso real eleito há mais de duas décadas tudo fazia para que todos fossem felizes.
Como não tinha família preocupava-se com todos de igual forma!
Com a chegada do Natal ao Reino de Pitipum o senhor ganso real KKKKK andava numa roda-viva para que nada corresse mal em casa dos seus amigos.
E tudo fazia para que a festa fosse cheia de alegria e presentes para todos...mas enquanto viajava pelas águas mornas descobriu a um canto um lindo pato branco como a neve, mas com um olhar muito triste.
-Que tens tu meu patinho? Nunca te vi aqui...
-Chamam-me "O Santo" e vim aqui ter através das águas revoltas do rio grande...
-E porque caem lágrimas dos teus olhos?
-Estou perdido e sinto-me muito só...está a chegar o Natal e eu não tenho ninguém...
KKKsentiu o coração muito apertadinho ao ouvir a voz triste daquele patinho e disse-lhe que podia passar o Natal com eles no reino de Pitipum, mas que gostava de ouvir a sua história
O Santo contou que viveu sempre num reino muito distante onde as águas eram escuras como o carvão e onde o rei era muito mau para todos entrandoem guerras com todos os reinos vizinhos. E foi numa dessas guerras que os seus pais morreram, como era muito pequenino meteram-no num asilo para patos órfãos, onde ele viveu durante algum tempo e tinha sido aí que lhe tinham começado a chamar o Santo
.-e porquê?
quis saber o rei
-Acho que era por ajudar todos os outros patinhos, quando tinham fome eu dava-lhes as minhas migalhas e quando tinham frio cobria-os com as minhas penas brancas...sempre qu alguém precisava de alguma coisa vinha ter comigo
-entao és um bom patinho
-não...apenas não gosto de ver ninguém triste
-mas tu estás triste...
-porque me sinto muito sozinho desde que o nosso rei mandou fechar o orfanato e por todos os patinhos na rua, por isso fugi e meti-me no rio grande à procura de outros sítios mais felizes
-e chegaste até aqui
-sim, hoje de manhã
- e que estavas a fazer junto ao velho ganso Gaspar?
-Encontei-o junto dos nenúfares a falar sozinho, cheguei-me perto dele e vi que estava tão só como eu, por isso estava a cantar-lhe uma canção de Natal que a minha mãe me cantava
O velho ganso aproximou-se...cumprimentou o rei e disse-lhe que tinha encontrado um amigo muito especial.
Feliz o rei pensou que tinha encontrado um forma de ajudar o pequeno pato
-Olha lá Santo já ouviste falar no Pai Natal?
-Sim, claro! Quando os meus pais eram vivos ele visitava sempre a nossa casa, mas acho que nunca conseguiu encontrar o caminho do orfanato, porque nunca apareceu por lá!
-Olha sabes que o nosso Pai Natal tem andado muito ocupado...há imensos bebés no nosso reino e ele sozinho não vai conseguir chegar a todas as casas. Que achas de seres o seu ajudante este ano?
-A sério? Está a falar a sério?...e ele não se importa? É que eu não sei fazer nada...
-Sabes sim, sabes dar amor e alegria às pessoas e isso é o mais importante não só no Natal, mas todos os dias.
E foram os dois até casa do Pai Natal, onde o Santo, de olhos arregalados viu a quantidade de presentes que ali se embrulhava para serem distribuídos na noite de Natal.
Com um lágrima de alegria a rolar até ao seu bico laranjo, o Santo começou logo a ajudar o Pai Natal...assim, na noite mágica de 24 de Dezembro os dois sairam e muito contentes foram distribuir as prendas por todos os habitantes de Pitipum.
Ao chegar à última casa o Santo descobriu que lhe faltava um presente. Era um pobre ganso tirou algumas das suas penas e ali mesmo fez-lhe uma manta para o aquecer naquele frio inverno...agradecido o ganso convidou-o para jantar, mas ele disse
-prometi ao Pai Natal que jantava com ele esta noite...senão ficará sozinho, queres vir comigo, assim nenhum de nós estará triste ou só
Rindo o ganso Plim sentou-se no skate aquático e partiram até casa do Paia Natal, onde tiveram a mais bela noite de Natal de sempre

manzas disse...

Para vós amigos… de reflexão,
uma natividade de prosperarão
e um ano novo também,
de rostos risonhos,
com realizações de vossos sonhos…
Num vislumbrar de um novo mundo
poetizar a paz e harmonia
cantando todos de mãos dadas
na sintonia da alegria.

Um Bom Natal.
.
.
.
Paz
União
Alegrias
Esperança
Amor Sucesso
Realizações Luz
Respeito harmonia
Saúde solidariedade
Felicidade Humildade
Confraternização Pureza
Amizade Sabedoria Perdão
Igualdade Liberdade Boa sorte
Sinceridade Estima Fraternidade
Equilíbrio Dignidade Benevolência
Fé Bondade Paciência Brandura Força
Tenacidade Prosperidade Reconhecimento
!!!!
!!!!
!!!!
.
.
-Manzas-

Bill Stein Husenbar disse...

Feliz ano novo.

Feliz 2009!

Que os sonhos se concretizem.

http://desabafos-solitarios.blogspot.com

Luiz Caio disse...

Olá caro amigo! Como vai?
Há certos momentos vividos ao longo de nossa existência. Que as vezes, inconcientemente preferimos acreditar que nunca nos pertenceu... E quer saber! Na maioria das vezes é o melhor mesmo a se fazer!

UM BONITO POEMA!

TENHA UM ÓTIMO FINAL DE SEMANA!